/ PROGRAMAÇÃO CULTURAL / Realização Fundação Marcos Amaro

9/11, QUINTA-FEIRA

15:00 – ARTE E POESIA
Mesa realizada pelo Programa Latitude e pela ABACT

AMANDA DE LA GARZA MATA é curadora adjunta do Museu Universitário de Arte Contemporânea (MUAC-UNAM). Recebeu o “Emerging Curators Prize, Frontiers Biennial” (2015) e o International Curatorial Projects Grant, Fundación Gilberto Alzate Avendaño (Colombia, 2015). Curadora, historiadora da arte e poeta, estudou Sociologia na UNAM – Universidad Nacional Autónoma de Mexico, é mestre em Sociologia (UAM-Iztapalapa) e Estudos Curatoriais (UNAM). Foi curadora de inúmeras mostras de destaque nos últimos anos e escreve com frequência para diversas publicações.

OMAR KHOURI é historiador e estudioso das Artes em geral. Pintor, passou a praticar poesia a partir de 1974. Tem poemas publicados em: Artéria, Zero À Esquerda, Qorpo Estranho, Muda, Caspa, Kataloki, Atlas e outras. Participou de inúmeras exposições de Poesia Visual, no Brasil e em outros países. Promotor de eventos, co-fundador da Nomuque Edições, impressor e estudioso de poesia. Professor universitário, Livre-Docente em Teoria e Crítica da Arte pelo Instituto de Artes da UNESP. Tem Pós-Doutorado em Belas Artes, pela FBAUL-Lisboa. Curador e crítico ocasinal de linguagens. Vive e trabalha em São Paulo.


17:00 – FOTOGRAFIA POLÍTICA

BRUNO MORAIS é fotógrafo e iniciou sua carreira festas populares brasileiras. Fundou o Coletivo Pandilla em 2009 e passou a integrar a Escola de Fotógrafos da Maré e a Agência Imagens do Povo em 2010. Em seus estudos se interessa pela possibilidade de construir uma linguagem documental não afirmativa e imaginária onde o espectador tenha espaço para completar a obra segundo sua própria bagagem cultural. Expôs trabalhos na Galeria 535, FotoRio, Paraty em Foco, Lagos Photo, San Jose Foto, Encontros da Imagem e Festival de Fotografia de Tiradentes.

IATÃ CANNABRAVA é fotógrafo e coordenador do Estúdio Madalena. Dedicou parte de sua carreira para registrar o exílio político nos países por onde passou. Participou de mais de 40 exposições, recebeu os prêmios P/B da Quadrienal de Fotografia de São Paulo (1985), Marc Ferrez da FUNARTE (1987), e Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (1996 e 2006). Tem livros publicados e trabalhos nas principais coleções dedicadas a fotografia.

JULIANA GOLA, jornalista especializada em projetos culturais e fotográficos, fará a mediação.


19:00 ACERVO E COLECIONISMO

CECÍLIA MACHADO é graduada em História pela PUC e pós-graduada em museologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Especialista em história da arte e em história da indumentária. Trabalha com memória institucional há 20 anos.

MARILÚCIA BOTALLO é museóloga, Mestre em Artes e Doutora em Ciências da Informação pela USP. Diretora Técnica do IAC - Instituto de Arte Contemporânea, atua no MAM/SP, Pinacoteca do Estado/SP, Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, National Museum of American Art/Smithsonian Institution e no Centro de Memória da Fundação Bunge.

LIÈGE GONZALEZ JUNG, Diretora da DASARTES, portal e revista sobre arte, fará a mediação.


10/11, SEXTA-FEIRA

13:30 - DIVULGAÇÃO DO EDITAL DE OCUPAÇÃO FUNDAÇÃO MARCOS AMARO E PRÊMIO RESIDÊNCIA KAAYSÁ


15:00 - ARTE EM FORMAÇÃO


KÁTIA SALVANY é artista plástica e performancer. Mestre em Artes e Doutora em Poéticas Visuais pela ECA/USP. Atualmente leciona desenho, gravura e litografia no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

ANGUS VALENTE é artista híbrido, Doutor e Mestre em Artes pela ECA/USP, onde também se graduou em Artes Plásticas. Atualmente leciona Artes na Universidade Estadual de São Paulo.

FABIO DELDUQUE é artista multidisciplinar. Participa de salões de arte, mostras individuais, espaços culturais e galerias. Atua em projetos de música, teatro e cenografia. É curador e diretor do Festival de Arte Serrinha desde a sua criação em 2002.

MAIKON RANGEL é produtor do Ateliê397. Graduado em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Uberlândia – MG, foi produtor executivo do grupo Buzum e do Paço das Artes.

RICARDO RESENDE, curador, produtor, museógrafo e arte-educador. Mestre em História da Arte pela ECA/USP e Arte-educador, tem carreira centrada na área museológica. Atuou no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e o Museu de Arte Moderna de São Paulo.


17:00 – TERRITÓRIOS NÃO ÓBVIOS

FÁBIO LUCHETTI é idealizador e fundador da Adelina Galeria - espaço para comercializar, produzir, conviver e pesquisar sobre arte, buscando ampliar seus diálogos, possibilidades e públicos – e do Instituto Adelina – que integra o propósito educativo da galeria com residência artística, oficinas e ateliês – propositadamente instalados fora do eixo usual das galerias paulistanas. Formado em Administração de Empresas e especializado em Museologia, Curadoria e Colecionismo pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, fez atualização profissional em Alta Performance em Liderança (Madrid) e na Adigo (São Paulo), onde teve contato com a Antroposofia e arquétipos que acompanham seu estilo de gestão.

JACQUELINE MEDEIROS coordena o Centro Sem Título, em Fortaleza. É responsável desde 2003 pelo gerenciamento do acervo e pelas políticas de artes visuais de Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza. Entre 2015 e 2016, foi articuladora de artes visuais da Política Nacional das Artes pela Funarte e Ministério da Cultura. Possui diversos artigos e livros publicados e participou de inúmeras comissões de premiação e salões de arte. Bacharel em artes visuais pela Universidade Grande Fortaleza, mestre e doutoranda em História da Crítica da Arte pela UERJ.

JOSUÉ MATTOS é historiador da arte e curador. Dirige o MASC - Museu de Arte de Santa Catarina e está implantando o Centro Cultural Veras, ambos em Florianópolis. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça 2017-2018 na categoria curadoria. Graduou-se em História da Arte e Arqueologia na Université Paris X Nanterre, onde obteve o título de Master 1 e 2 em História da Arte Contemporânea. Em 2009, concluiu o mestrado em Práticas Curatoriais, na Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Desde 2010, realiza ateliês de acompanhamento de projetos de arte, debates e júris de salão de artes. É editor da Revista Binômios, projeto contemplado pelo Prêmio Redes Nacional Funarte Artes Visuais.


19:00 A ESCULTURA NO ESPAÇO ATUAL

GILBERTO SALVADOR é pintor, desenhista, gravador e escultor. Nos últimos 45 anos, foi selecionado para 10 Bienais internacionais, representando o Brasil em Pequim, Havana, Cidade do México e San Juan.

SERGIO ROMAGNOLO é escultor, pintor, desenhista, artista intermídia e professor. Mestre e Doutor em Artes pela ECA/USP, leciona artes na Universidade Estadual Paulista (UNESP).

JOSÉ SPANIOL é pintor, desenhista, gravador, escultor e professor. Nos últimos anos tem trabalhado com escultura e instalações. Mestre e Doutor em Artes pela ECA/USP, atualmente leciona no Instituto de Artes da Unesp em São Paulo. Entre 1990 e 1993, estudou na Academia de Artes de Düsseldorf como bolsista do DAAD.

CARLOS SAMBRANA (mediador), jornalista especializado em economia e negócios, é redator-chefe das revistas Istoé Dinheiro e Dinheiro Rural. Eleito como um dos 50 jornalistas de economia, negócios e finanças mais admirados do Brasil pelo ranking do Jornalistas & Cia e Maxpress.


/ PROGRAMAÇÃO INFANTIL

9 a 12/11, QUINTA-FEIRA A DOMINGO

Horário de Abertura ao público.
Indicação: a partir de 3 anos.

Caça ao tesouro através das obras expostas na PARTE

11 e 12/11, SÁBADO E DOMINGO

Horário de abertura ao público.
Indicação: a partir de 3 anos.

Atividades sobre o universo de Arthur Bispo do Rosário / Caixa dos Escolhidos

A Caixa dos Escolhidos é uma caixa de conhecimento que traz um conjunto de jogos pedagógicos, uma publicação e um filme em formato DVD. Idealizada para contribuir de forma lúdica e crítica para a formação de crianças, jovens e adultos em ambientes formais e não-formais de educação, o objeto amplia a difusão da cultura e da história da arte através do universo poético da obra de Arthur Bispo do Rosário. A Caixa dos Escolhidos exige dos seus participantes a exploração da percepção visual e do uso dos demais sentidos, da capacidade de estabelecer relações que a obra de Arthur Bispo do Rosário é capaz de transversalizar.


Social Board

O skate que não tem começo e não tem fim, um ouroboros, uma serpente alquímica, um símbolo do eterno. Um brinquedo de criança, um esporte sem competição. Um veículo que se move e não vai a lugar algum, quanto mais rápido você corre mais parado você fica. Um objeto de arte. Uma escultura cinética interativa. Inspirado no skateboard, o objeto criado por Guilherme Teixeira precisa de duas, três, quatro, cinco ou mais pessoas para funcionar em toda a sua plenitude: um skate coletivo. De mãos dadas, o objeto transforma-se num “gira-gira”, onde as pessoas ficam de pé, num surpreendente equilíbrio compartilhado. Arte no coletivo.